sábado, 6 de fevereiro de 2010

Sobre a necessidade de voar

Não é incomum que eu receba rótulos como utópico, radical demais, megalomaníaco e fantasioso, em função de discorrer sobre várias idéias que de fato destoam do senso comum mais grosseiro. Que eu penso em termos de utopia, é fato. Mas a utopia que falo não é num sentido pejorativo, mas sim de identificar um ideal, um modelo, um objetivo a seguir, um objetivo bem claro e com valores bem humanitários, e que serve de direção para inventar novas práticas. É estabelecer um ponto no céu e ir atrás, bater as asas e voar incansavelmente para alcançar aquele ponto. Devemos pensar grande, porque pensando pequeno não se alcança mais do que o pequeno. Ainda que não possamos alcançar perfeitamente a utopia, podemos chegar muito próximos dela, se estabelefermos um ideal bem alto. Nesse sentido sou bastante otimista. Mas se as outras pessoas não querem voar contigo? Talvez não dê para esprar qeu todos sejam utópicos. Quem gostar dos eu ideal que o sigo, quem não gostar, que fique na terra. Não dá pra ficar plantado só porque ninguém mais tem corgaem de voar.

Nenhum comentário:

Postar um comentário